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Durante meses, o governo do primeiro-ministro José Sócrates insistiu que a única opção do país para um novo aeroporto era na região norte de Lisboa, Ota.
Durante meses, o governo do Primeiro-Ministro José Sócrates insistiu que a única opção para um novo aeroporto era a Ota, no norte de Lisboa.
Mas um lobby poderoso, liderado pelos mandachuvas comerciais locais e com a aprovação do presidente português Aníbal Cavaco Silva, mudou a sorte do governo de Sócrates ao apresentar um local alternativo para o novo aeroporto – o local de prática de tiro da Força Aérea portuguesa em Alcochete, leste de Lisboa.
No entanto, um lobby poderoso, liderado por mandachuvas locais e com a aprovação do Presidente português Aníbal Cavaco Silva, obrigou o governo de Sócrates a recuar, ao apresentar um local alternativo para o novo aeroporto, o campo de tiro da Força Aérea Portuguesa em Alcochete, na região leste de Lisboa.
Um estudo encomendado por um grupo de empresários disse que o local de Alcochete economizaria aos pagadores de impostos até 3 bilhões de euros em custos de construção e teria um impacto menor no ambiente.
Um estudo encomendado por um grupo de empresários afirmou que a construção do aeroporto em Alcochete iria permitir aos contribuintes uma poupança de 3 mil milhões de euros no que respeita aos custos da obra, além de apresentar um menor impacte ambiental.
O governo argumentou dizendo que Ota era um local importante da estratégia geral de transporte, que incluía ferrovias de alta velocidade até a Espanha, mas também reconheceu que o projeto não estava finalizado e que seria válido fazer um debate sobre os prós e os contras com os dois lados.
O governo afirmou que a Ota era uma peça fundamental da estratégia geral de transporte, que incluía uma rede ferroviária de alta velocidade para Espanha, mas apesar disso reconheceu que o projeto não estava finalizado e que seria importante um debate sobre as vantagens e desvantagens dos dois locais.
Então, o governo encomendou um estudo técnico ao laboratório de engenharia civil administrado pelo estado (português: Laboratório Nacional de Engenharia Civil) comparando os dois locais.
Em seguida, o governo encomendou um estudo técnico ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que mostra uma comparação de ambos os locais.
Após as conclusões desse estudo, em 10 de janeiro de 2008, o primeiro-ministro José Sócrates anunciou a opção de Alcochete como a escolha mais lógica para um novo aeroporto em Lisboa.
Após as conclusões desse estudo, a 10 de janeiro de 2008, o Primeiro-Ministro José Sócrates anunciou que Alcochete seria a escolha mais racional para um novo aeroporto em Lisboa.
Em 2007, o XVII Governo Constitucional, liderado pelo primeiro-ministro José Sócrates, legalizou o aborto em Portugal após um referendo.
Em 2007, o XVII Governo Constitucional, liderado pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, legalizou o aborto em Portugal após um referendo.
Os eleitores foram questionados se queriam legalizar o aborto nas 10 primeiras semanas de gravidez, se fosse realizado a pedido da mulher em uma clínica registrada .
Foi pedido aos eleitores para decidir se o aborto era legal durante as primeiras 10 semanas de gravidez, se fosse efetuado a pedido das mulheres numa clínica registada.
Apesar da baixíssima participação no referendo (40% de 50% necessários) para que fosse juridicamente válido, José Sócrates disse: "Nosso interesse é combater o aborto clandestino e precisamos criar uma lei que respeite o resultado do referendo". O gabinete desse governo socialista também anunciou a intenção de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo em algum momento do mandato.
Apesar do resultado do referendo ter sido reduzido (40 %; eram necessários 50 %) para ser juridicamente vinculativo, José Sócrates afirmou: "O nosso objetivo é o combate ao aborto clandestino e temos de criar uma lei que respeite o resultado do referendo". O governo socialista anunciou também a intenção de legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo durante o mandato.
A legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo em Portugal ocorreu em 17 de maio de 2010.
O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legalizado em Portugal a 17 de maio de 2010.
Além disso, em 2009, por meio do decreto-lei 91/2009, os direitos de pais e mães foram igualados perante a lei (veja também Direitos dos pais).
Além disso, em 2009, o Decreto-lei 91/2009 reconhecia a igualdade de direitos dos pais e das mães (ver também direitos dos pais).
Após um aumento agudo de crimes violentos em Portugal durante o XVII Governo Constitucional (2005–2009), o ministro de administração interna Rui Pereira anunciou em fevereiro de 2009 a expansão da força policial por meio do recrutamento de 2.000 novos policiais, 7.000 novas armas militares de ponta, 1.000 coletes à prova d'água, entre outras medidas.
Após um aumento acentuado do índice de criminalidade violento em Portugal durante o XVII Governo Constitucional (2005 a 2009), Rui Pereira, Ministro da Administração Interna, anunciou em fevereiro de 2009 o aumento da força policial, através da contratação de 2000 agentes da polícia, 7000 novas armas policiais topo de gama, 1000 coletes à prova de bala, entre outras medidas.
Até 2010, o lucro de capital era isento para as ações mantidas há mais de doze meses.
Até 2010, as mais-valias das ações detidas durante mais de doze meses estavam isentas de impostos.
O lucro de capital de ações mantidas por períodos mais curtos era taxado em 10%.
As mais-valias das ações retidas durante períodos mais reduzidos eram tributáveis a 10 %.
A partir de 2010, para os residentes, todo lucro de capital de ações e outros ativos acima de 500 euros é taxável em 20%.
A partir de 2010, para os residentes, todos os ganhos de mais-valias provenientes de ações e de outros bens superiores a 500 euros são tributáveis a 20 %.
Fundos de investimento, bancos e corporações são, em geral, isentos de impostos do lucro de capital sobre as ações.
Os fundos de investimento, bancos e empresas estão, em geral, isentos de impostos sobre mais-valias relativos a ações.
José Sócrates, como primeiro-ministro de Portugal, presidiu sobre a Presidência do Conselho da União Europeia rotativa entre julho e dezembro de 2007.
José Sócrates, como Primeiro-Ministro de Portugal, comandou a Presidência rotativa do Conselho da União Europeia entre julho e dezembro de 2007.
Nesse cargo, Sócrates e a equipe dele se concentraram nas relações entre UE–Brasil (1ª cúpula UE–Brasil) e UE-União Africana (cúpula de 2007 entre África–UE) e na aprovação do Tratado de Lisboa.
Nesta função, Sócrates e a sua equipa centraram-se nas relações entre a UE e o Brasil (1.ª Cimeira UE-Brasil) e UE-União Africana (Cimeira África-UE de 2017), bem como na aprovação do Tratado de Lisboa.
O parlamento português votou para ratificar o Tratado de Lisboa em 23 de abril de 2008.
O Parlamento Português votou a ratificação do Tratado de Lisboa a 23 de abril de 2008.
Após o referendo irlandês em 12 de junho de 2008, o primeiro-ministro José Sócrates disse que considerou o "Não" irlandês ao tratado como uma "derrota pessoal" após a assinatura por líderes da UE na capital portuguesa.
Após o referendo irlandês de 12 de junho de 2008, o Primeiro-Ministro José Sócrates afirmou que o voto contra o tratado era uma "derrota pessoal" depois de ter sido assinado pelos líderes da UE na capital portuguesa.
Um segundo referendo foi realizado na Irlanda em 2009, e o resultado foi a aprovação do Tratado de Lisboa por todos os estados-membros da UE, incluindo a Irlanda.
Um segundo referendo teve lugar na Irlanda em 2009, cujo resultado foi a aprovação do Tratado de Lisboa por todos os estados-membros da UE, incluindo a Irlanda.
De 2005 a 2010, o gabinete de José Sócrates enfrentou cada vez mais desafios devido à retração econômica e financeira.
Entre 2005 e 2010, o governo de José Sócrates enfrentou um número crescente de problemas devido à recessão económica e financeira.
A economia portuguesa estava em crise desde 2002 devido à estagnação e desemprego alto; no final dos anos 2000, a crise da dívida pública da Europa gerou déficits imensos e até mesmo um desemprego mais desenfreado em Portugal.
A economia portuguesa estava em crise desde 2002 devido à estagnação e à elevada taxa de desemprego; no final da década de 2000, a crise da dívida soberana da Europa deu origem a elevado défice e a um aumento cada vez maior da taxa de desempenho em Portugal.
A Petrobras controla ativos consideráveis de petróleo e energia em 16 países na África, América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.
A Petrobras controla um número significativo de ativos petrolíferos e de energia consideráveis em 16 países em África, América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.
No entanto, o Brasil representava 92% da produção mundial da Petrobras em 2014 e era responsável por 97% das reservas mundiais da Petrobras em 31 de dezembro de 2014,
No entanto, o Brasil representava 92 % da produção mundial da Petrobras em 2014 e era responsável por 97 % das reservas mundiais da Petrobras a 31 de dezembro de 2014,
quando a empresa tinha 8.112,8 milhões de barris de óleo equivalente (4,9633×10¹⁰ GJ) de reservas comprovadamente desenvolvidas e 4.599,7 milhões de barris de óleo equivalente (2,8140×10¹⁰ GJ) de reservas comprovadamente não desenvolvidas no Brasil.
altura em que a empresa tinha um equivalente a 8112,8 milhões de barris de petróleo (49 633 × 10¹⁰ GJ) de reservas confirmadas desenvolvidas e o equivalente a 4599,7 milhões de barris de petróleo (28 140×10¹⁰ GJ) de reservas confirmadas não desenvolvidas no Brasil.
Desses, 62,7% estavam localizados na Bacia de Campos em alto mar.
Destes barris, 62,7 % estavam situados na bacia offshore de Campos.
A perspectiva de maior crescimento da empresa fica no campo de petróleo Lula na Bacia de Santos.
A maior perspetiva de crescimento da empresa é o campo petrolífero de Lula na Baía de Santos.
Em 2015, a empresa produziu 2,284 milhões de barris de óleo equivalente (13.970.000 GJ) por dia, dos quais 89% eram de petróleo e 11% de gás natural.
Em 2015, a empresa produziu o equivalente a 2284 milhões de barris de petróleo (13 970 000 GJ) por dia, dos quais 89 % eram de petróleo e 11 % eram de gás natural.
Reservas mantidas foram do Brasil eram responsáveis por 8,4% da produção em 2014.
As reservas detidas no exterior do Brasil representavam 8,4 % da produção em 2014.
Grande parte dessas reservas estão na América do Sul; a empresa tem ativos na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Venezuela, Paraguai e Uruguai.
A maioria destas reservas está na América do Sul; a empresa tem ativos na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Venezuela, Paraguai e no Uruguai.
A Petrobras tem refinarias no Texas (100.000 barris por dia), Okinawa, Japão (100.000 barris por dia) e na Bahía Blanca, Argentina (30.000 barris por dia).
A Petrobras é proprietária de refinarias no Texas (100 000 barris produzidos por dia), em Okinawa, no Japão (100 000 barris produzidos por dia) e em Bahía Blanca, na Argentina (30 000 barris produzidos por dia).
A empresa também detém blocos de exploração no Golfo do México e, por meio de empreendimentos conjuntos, conta com produções na Nigéria, Benin, Gabão e Namíbia.
A empresa é também proprietária de blocos de exploração no Golfo do México e, através de joint-ventures, produz petróleo na Nigéria, Benim, Gabão e Namíbia.
O governo brasileiro é dono direto de 54% das ações comuns da Petrobras com direitos de voto, enquanto o Banco de Desenvolvimento brasileiro e o Fundo Soberano (Wealth Fund) do Brasil controlam 5%, levando a propriedade, direta e indireta, do Estado a 64%.
O governo brasileiro é proprietário direto de 54 % das ações comuns da Petrobras com direitos de voto e o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social e o Fundo Soberano do Brasil controla outros 5 %, o que significa que a propriedade direta e indireta do Estado equivale a 64 %.
As ações privadas são comercializadas na BM&F Bovespa, onde fazem parte do índice Ibovespa.
As ações privadas são transacionadas na BM&F Bovespa, onde fazem parte do índice Ibovespa.
Petrobras é a maior apoiadora de arte no Brasil.
A Petrobras é um dos principais apoiantes das artes no Brasil.
A Petrobras foi criada em 1953 no governo do presidente Getúlio Vargas com o slogan "O petróleo é nosso" (português: "O petróleo é nosso").
A Petrobras foi criada em 1953 durante o governo do Presidente brasileiro Getúlio Vargas, cujo slogan era "O petróleo é nosso".
Ela recebeu o monopólio legal no Brasil.
Recebeu um monopólio legal no Brasil.
Em 1953, o Brasil produziu apenas 2.700 barris de petróleo por dia.
Em 1953, o Brasil produziu apenas 2700 barris de petróleo por dia.
Em 1961, a refinaria REDUC da empresa começou suas operações perto do Rio de Janeiro e, em 1963, o centro de pesquisa Cenpes foi inaugurado no Rio de Janeiro; ele permanece um dos maiores centros do mundo dedicado à pesquisa de energia.
Em 1961, a refinaria REDUC da empresa iniciou as operações perto do Rio de Janeiro. Em 1963, o centro de investigação de Cenpes foi inaugurado no Rio de Janeiro; permanece um dos maiores centros mundiais dedicado à investigação energética.
Em 1967, a empresa estabeleceu a Petrobras Química S.A ("Petroquisa"), uma subsidiária focada em petroquímicos e na conversão de nafta em eteno.
Em 1967, a empresa criou a Petrobras Quimica S.A ("Petroquisa"), uma subsidiária focada em petroquímicos e na conversão de nafta em eteno.
A Petrobras começou a processar xisto petrolífero em 1953, desenvolvendo a tecnologia Petrosix para extração de petróleo do xisto petrolífero.
Em 1953, a Petrobras começou a processar xisto betuminoso, desenvolvendo a tecnologia Petrosix para extrair petróleo do xisto betuminoso.
Ela começou usando uma réplica de tamanho industrial para processar o xisto nos anos 1990.
Começou a utilizar uma retorta à escala industrial para processar xisto na década de noventa.
Em 2006, a Petrobras disse que a réplica industrial tinha a capacidade de processar 260 toneladas/hora de xisto petrolífero.
Em 2006, a Petrobras afirmou que a sua retorta industrial tinha capacidade para processar 260 toneladas/hora de xisto betuminoso.
Em 1994, a Petrobras colocou em funcionamento a Petrobras 36, a maior plataforma de petróleo do mundo.
Em 1994, a Petrobras colocou em funcionamento a Petrobras 36, a maior plataforma petrolífera mundial.
Ela afundou após uma explosão em 2001 e foi totalmente perdida.
Em 2001, afundou devido a uma explosão e foi uma perda completa.
Em 1997, o governo aprovou a lei N.9.478, que quebrou o monopólio da Petrobras e permitiu a concorrência nos campos de petróleo do Brasil, além de criar a Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela regulação e supervisão da indústria petrolífera e o Conselho Nacional de Políticas de Energia, uma agência pública responsável pelo desenvolvimento de políticas públicas de energia.
Em 1997, o governo aprovou a Lei N.9.478 que pôs cobro ao monopólio da Petrobras e permitiu a concorrência nos poços petrolíferos do Brasil. Além disso, criou também a Agência Nacional do Petróleo (ANP), responsável pela regulamentação e supervisão da indústria petrolífera, e o Conselho Nacional de Política Energética, uma agência pública responsável pelo desenvolvimento de uma política de energia pública.
Em 1999, a Agência Nacional do Petróleo assinou acordos com outras empresas, encerrando o próprio monopólio.
Em 1999, a Agência Nacional do Petróleo assinou acordos com outras empresas, terminando o monopólio da empresa.
Em 2000, a Petrobras estabeleceu um recorde mundial de exploração de petróleo em águas profundas, alcançando uma profundidade de 1.877 metros (6,158 pés) abaixo do nível do mar.
Em 2000, a Petrobras estabeleceu um recorde mundial de exploração de petróleo em águas profundas, atingindo uma profundidade de 1877 metros abaixo do nível do mar.
In 2002, Petrobras adquiriu a empresa argentina Perez Companc Energía (PECOM Energía S.A.) da Perez Companc Family Group e sua instituição familiar por $ 1,18 bilhões.
Em 2002, a Petrobras adquiriu a empresa argentina Perez Companc Energía (PECOM Energía S.A.) do Perez Companc Family Group e da sua fundação da família por 1,18 mil milhões de dólares.
Essa aquisição incluía ativos na Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia, Peru e Equador, 1,1 bilhão de barris de reservas de petróleo e produção de 181 mil barris de óleo equivalente (1.110.000 GJ) por dia.
Esta aquisição incluía bens na Argentina, Brasil, Venezuela, Bolívia, Peru e Equador, 1,1 mil milhões de barris de reservas de crude e a produção equivalente a 181 mil barris de petróleo (1 110,000 GJ) por dia.
Em 2005, a Petrobras anunciou um empreendimento conjunto com a Nippon Alcohol Hanbai KK para vender etanol brasileiro ao Japão, chamado Brasil-Japão Etanol.
Em 2005, a Petrobras anunciou uma joint venture com a Nippon Alcohol Hanbai KK para vender etanol brasileiro ao Japão, chamada Etanol do Brasil-Japão.
Em 21 de abril 2006, a empresa começou a produção na plataforma de petróleo P-50 no campo Albacora Leste da Bacia de Campos, que tornou o Brasil autossuficiente na produção de petróleo.
A 21 de abril de 2006, a empresa iniciou a produção na plataforma petrolífera P-50 no campo Leste de Albacora na Bacia de Campos, o que tornou o Brasil auto-suficiente em termos de produção de petróleo.
Em novembro de 2015, a empresa havia acumulado $ 128 bilhões em dívida, 84% disso expressos em moedas estrangeiras.
Em novembro de 2015, a dívida da empresa atingiu 128 mil milhões de dólares, 84 % dos quais em divisas estrangeiras.
Em 1961, o geólogo da Petrobras Walter K. Link publicou o memorando do Link, que concluía que a empresa tinha mais vantagens em explorar em alto mar do que em terra.
Em 1961, Walter K. Link, um geólogo da Petrobras, publicou o Relatório Link, que implicava que seria mais vantajoso para a empresa explorar no alto-mar do que em terra.
Em 1963, a Petrobras descobriu os campos de petróleo do Recôncavo baiano e de Carmópolis.
Em 1963, a Petrobras descobriu os poços petrolíferos de Recôncavo Baiano e Carmópolis.
O crescimento da empresa foi interrompido em 1973 devido à crise do petróleo.
Em 1973, o crescimento da empresa foi afetado pela crise petrolífera.
O país inteiro foi afetado, e o "milagre brasileiro", um período em que o crescimento do PIB anual ultrapassou 10%, terminou.
O país foi afetado a nível nacional e terminou o "Milagre brasileiro", um período em que o crescimento anual do PIB excedeu 10 %.
A Petrobras quase entrou em falência.
A Petrobras esteve à beira da falência.
Em 1974, a empresa encontrou um campo petrolífero na Bacia de Campos.
Em 1974, a empresa descobriu um poço petrolífero na Bacia de Campos.
Essa descoberta estimulou as finanças e ajudou na reestruturação do país.
Esta descoberta reforçou os financiamentos e ajudou-a a reestruturar-se a nível nacional.
Em 1975, o governo brasileiro permitiu temporariamente operadoras estrangeiras no Brasil, e a Petrobras assinou contratos de exploração com empresas estrangeiras para campos de petróleo no Brasil.
Em 1975, o governo brasileiro permitiu temporariamente a entrada de operadores estrangeiros no Brasil e a Petrobras assinou contratos de exploração de poços petrolíferos com empresas estrangeiras no Brasil.
A empresa foi afetada pela crise energética de 1979, apesar de não ser tão ruim quanto a de 1973.
A empresa foi afetada pela crise energética de 1979, embora não tenha sido tão grave como em 1973.
Em 1997, a Petrobras alcançou o marco de produção de 1 milhão de barris (160.000 m³) por dia.
Em 1997, a Petrobras atingiu um valor recorde de 1 milhão de barris (160,000 m³) por dia.
A empresa também firmou acordos com outros governos da América Latina e começou operações fora do Brasil.
A empresa assinou também acordos com outros governos da América Latina e deu início a operações fora do Brasil.
Em 2003, no aniversário de 50 anos, a Petrobras ultrapassou 2 milhões de barris de óleo equivalente (12.000.000 GJ) de produção diária.
Em 2003, quando comemorou o 50.º aniversário, a Petrobras ultrapassou o equivalente a 2 milhões de barris de petróleo (12 000,000 GJ) de produção diária.
Em 1 de maio de 2006, após o conflito de gás na Bolívia, o presidente da Bolívia Evo Morales anunciou a nacionalização de todos os campos de gás e petróleo no país e ordenou a ocupação de todos os campos pelo exército boliviano.
A 1 de maio de 2006, após o conflito do gás boliviano, o Presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou a nacionalização de todos os poços de petróleo e de gás a nível nacional e ordenou ao Exército boliviano que ocupasse todos os poços.
Como resultado, em 4 de maio de 2006, a Petrobras cancelou um plano de investimento futuro importante na Bolívia.
Como resultado, a 4 de maio de 2006, a Petrobras cancelou um plano de investimento na Bolívia.
O governo boliviano exigiu um aumento de 82% no pagamento de direito de exploração de empresas petroleiras estrangeiras, mas acabou fechando em 50% de participação nos direitos de exploração.
O governo boliviano exigiu um aumento de 82 % do pagamento de royalties, mas acabou por chegar a um acordo de 50 % de juros de royalties.
Em 2007, a Petrobras inaugurou a plataforma de petróleo Petrobras 52.
Em 2007, a Petrobras inaugurou a Plataforma Petrolífera Petrobras 52.
A 52 é a maior plataforma de petróleo brasileira e a terceira maior do mundo.
A 52 é a maior plataforma petrolífera do Brasil e a terceira maior a nível mundial.
Em 2007 e em 2008, a Petrobras fez diversas descobertas importantes de petróleo, incluindo o campo de petróleo Lula (conhecido antes como o campo Tupi), o campo Júpiter e o campo Pão de Açúcar, todos na Bacia de Santos, a 300 km da costa do Rio de Janeiro.
Em 2007 e 2008, a Petrobras descobriu vários poços petrolíferos importantes, incluindo o poço de Lula (anteriormente conhecido como poço de Tupi), o poço de Júpiter e o poço do Pão de Açúcar, todos eles na Bacia de Santos, a 300 km da costa do Rio de Janeiro.
Os campos petrolíferos foram descobertos por parcerias entre a Petrobras, a Royal Dutch Shell e a Galp Energia, entre outras.
Os poços petrolíferos foram descobertos por parcerias que incluem a Petrobras, a Royal Dutch Shell e a Galp Energia.
No entanto, as estimativas para as reservas desses novos campos variavam muito.
Contudo, as estimativas das reservas nestes novos campos variam consideravelmente.
A plataforma P-51, a primeira plataforma semissubmersível construída totalmente no Brasil, capaz de produzir até 180.000 barris de petróleo por dia, começou a produção na Bacia de Campos em janeiro de 2009, e, em fevereiro de 2009, a China concordou em emprestar à Petrobras US$ 10 bilhões em troca de um suprimento de 60.000 a 100.000 barris de petróleo por dia para uma subsidiária da Sinopec e 40.000 a 60.000 barris de petróleo por dia à PetroChina.
A Plataforma 1952, a primeira plataforma semissubmersível construída totalmente no Brasil, com capacidade para produzir um máximo de 180 000 barris de crude por dia, iniciou a produção na Bacia de Campos em janeiro de 2009. Em fevereiro de 2009, a China concedeu um empréstimo de 10 mil milhões de dólares à Petrobras em troca de um fornecimento entre 60 000 e 100 000 barris de crude por dia a uma subsidiária da Sinopec e entre 40 000 a 60 000 barris de crude por dia à PetroChina.
Em agosto de 2009, a Petrobras adquiriu ativos da Esso da ExxonMobil no Chile por US$ 400 milhões.
Em agosto de 2009, a Petrobras adquiriu os ativos Esso da ExxonMobil no Chile por 400 milhões de dólares.
Em setembro de 2010, a Petrobras concluiu uma oferta de ações de US$ 70 bilhões, a maior oferta de ações da história, a serem usados para o desenvolvimento de campos de petróleo recém-descobertos.
Em setembro de 2010, a Petrobras concluiu uma emissão de ações no valor de 70 mil milhões de dólares, a maior emissão de ações de sempre, que deveria ser utilizada para desenvolver poços petrolíferos recentemente descobertos.
Em 2012, a Petrobras entregou permissões para explorar o alto mar na Nova Zelândia.
Em 2012, a Petrobras obteve licenças para exploração em alto-mar na Nova Zelândia.
Em julho de 2013, uma greve interrompeu a produção em várias plataformas de petróleo da empresa.
Em julho de 2013, uma greve dos trabalhadores parou a produção em várias plataformas petrolíferas da empresa.
Em setembro de 2013, a Petrobras vendeu onze blocos de exploração e produção em terra na Colômbia para a Perenco por US$ 380 milhões.
Em setembro de 2013, a Petrobras vendeu à Perenco onze blocos de produção e exploração em terra na Colômbia à Perenco no valor de 380 milhões de dólares.
Em setembro de 2013, a Organizações Globo denunciou em rede nacional de televisão que o governo dos EUA estava espionando a Petrobras.
Em setembro de 2013, as Organizações Globo comunicaram num canal de televisão nacional que o governo dos E.U.A. tinha espiado a Petrobras.
Essa informação foi fornecida pelo jornalista americano Glenn Greenwald.
Esta informação foi supostamente divulgada por Glenn Greenwald, um jornalista norte-americano.
A Petrobras anunciou que estava investindo R$ 21 bilhões durante cinco anos para melhorar a segurança de seus dados.
A Petrobras anunciou que ia investir 21 mil milhões de dólares durante cinco anos para reforçar a segurança de dados.
Em 2014, por US$ 2,6 bilhões, a empresa vendeu os ativos no Peru para a PetroChina.
Em 2014, a empresa vendeu os seus bens no Peru à PetroChina no valor de 2,6 mil milhões de dólares.
Também em 2014, a Petrobras estabeleceu um novo recorde da empresa de produção média diária de 2,863 milhões de barris de óleo equivalente (17.520.000 GJ).
Em 2014, a Petrobras atingiu também um novo recorde da empresa ao produzir uma média diária equivalente a 2863 milhões de barris de petróleo (17 520,000 GJ).
Em 2014, o maior escândalo de corrupção da história do Brasil foi descoberto envolvendo a Petrobras.
Em 2014, foi revelado o maior escândalo de corrupção na história do Brasil, relacionado com a Petrobras.
Inicialmente, a investigação não e concentrou em executivos da Petrobras, mas em doleiros, negociantes de dinheiro no mercado negro, de pequeno porte.
De início, a investigação não estava relacionada com executivos da Petrobras, incidiu sobre pequenos negociantes no mercado negro ("doleiros").
Esses lavadores de dinheiro costumavam usar pequenas empresas para realizar seus negócios, mas a investigação descobriu vínculos com um executivo na Petrobras, Paulo Roberto Costa, o diretor de refinaria e suprimentos.
Estes branqueadores de capitais utilizam pequenas empresas para fazer negócios, mas as investigações descobriram ligações a um executivo na Petrobras, Paulo Roberto Costa, o diretor da refinaria e abastecimento.
A presidente Dilma Rousseff fez uma mudança crítica na política, a introdução de delações premiadas, possibilitando a oferta de acordos em troca de informações que gerassem mais prisões.
A Presidente Dilma Rousseff executou uma alteração crítica na política, a introdução de negociações judiciais, tornando possível estabelecer acordos em troca de informações do que resultaram novas detenções.
Foi um momento definitivo da investigação.
Foi um momento muito importante para a investigação.
Mais tarde, Costa confessou que ele e seus colegas pagaram os contratos conscientemente em excesso, liberando fundos em excesso a contas pessoais.
Mais tarde, Paulo Costa admitiu que ele e os seus colegas sobrefaturaram os contratos, canalizando o excesso de fundos para contas pessoais.
Paulo Costa recebeu propinas de 3% em todos os contratos.
Paulo Costa recebeu comissões de 3 % em todos os contactos.
De acordo com a investigação, uma pequena quantidade dos principais oficiais da Petrobras conspirou com um cartel organizado de 16 empresas para superfaturar a Petrobras para construção e obras em troca de subornos e propinas.
De acordo com a investigação, um pequeno grupo de funcionários superiores da Petrobras adotou práticas concertadas com um cartel organizado de 16 empresas para cobrar em excesso à Petrobras pela execução de construção e assistência técnica em troca de subornos e comissões.
Os oficiais da Petrobras acumularam o total de quase $ 3 bilhões com todos os subornos.
O total de subornos a funcionários da Petrobras atingiu um valor aproximado de 3 mil milhões de dólares.
Desde agosto de 2015, 117 acusações foram emitidas, cinco políticos presos e processos penais foram instaurados contra 13 empresas.
A partir de agosto de 2015, foram emitidas 117 acusações, cinco agentes da polícia foram detidos e apresentados processos criminais contra 13 empresas.
Tanto a Dilma Rousseff, que prometeu acabar com a corrupção em sua campanha eleitoral, quando ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, trabalharam na diretoria da Petrobras durante os escândalos e ambos foram culpados, além do presidente da câmara dos deputados, Eduardo Cunha.
Tanto Dilma Rousseff, que prometeu pôr termo à corrupção durante a campanha eleitoral, como o anterior presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva fizeram parte do conselho de administração da Petrobras durante os escândalos e ambos foram culpados, bem como o presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha.
Em março de 2017, Cunha foi condenado a 15 anos de prisão.
Em março de 2017, Cunha foi condenado a 15 anos de prisão.
Lula foi envolvido em várias investigações de corrupção.
Lula foi implicado em várias investigações sobre corrupção.
Surgiram protestos pedindo a renúncia ou impeachment de Rousseff.
Houve protestos a pedir a demissão ou a destituição de Rousseff.
A maior delas ocorreu em 13 de março de 2016 em mais de 300 municípios.
Os mais difundidos ocorreram a 13 de março de 2016 em mais de 300 municípios.